“Antes que ficasse muito tarde, os quatro
deram uma pequena caminhada para longe das fogueiras e das lanternas do
acampamento, até um lugar escuro e quieto onde pudessem se deitar e olhar
maravilhados a Via-Láctea, espantosa e intensa sem a poluição das luzes da
cidade. Mack era capaz de ficar horas deitado olhando aquela vastidão.
Sentia-se incrivelmente pequeno, mas em paz. De todos os lugares em que a
presença de Deus se fazia sentir, era ali, rodeado pela natureza e sob as
estrelas, um dos mais tocantes. Quase podia ouvir o hino de adoração que os
astros faziam ao Criador, e em seu coração relutante ele participava do melhor
modo possível.”
(“A Cabana”, William P. Young, Sextante,
Rio de Janeiro, 2008, Página 32.)
(Marcos
Nunes Filho – 27-5-2019)

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