Águia Estelar – 5 de 6
Então, serei um ET em missão
“civilizadora” em outros mundos selvagens, como os há por aí às miríades, nesta
galáxia e adjacências. Não poderei intervir na vida daqueles humanos bárbaros,
para não lhes tirar o mérito de sua própria libertação. Assistirei, condoído,
seus tormentos, sem nada poder fazer a não ser orar para que a Luz da Sabedoria
brilhe em suas almas nubladas e opacas. E, neste ínterim, passarei o tempo colecionando
artefatos culturais perdidos por suas civilizações primárias. Esta é a grande
vocação cósmica que acalento poder efetivar um dia. Com a minha alma gêmea
alienígena, chegarei a tal nível de Amor por aqueles infelizes que poderei
arriscar encarnações perigosas e redentoras, como as houve na Terra em figuras
como Leonardo Da Vinci e Nikola Tesla. A compaixão destes Seres de Luz pela
tragédia das humanidades inferiores chega a tal ponto que assumem o sacrifício
de se separarem de suas “metade da laranja” por milênios, como – dizem - foi o
caso do venusiano Sanat Kumara.
(Marcos
Nunes Filho – 17-5-2019)

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