sexta-feira, 17 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 119


      Águia Estelar – 5 de 6

      Então, serei um ET em missão “civilizadora” em outros mundos selvagens, como os há por aí às miríades, nesta galáxia e adjacências. Não poderei intervir na vida daqueles humanos bárbaros, para não lhes tirar o mérito de sua própria libertação. Assistirei, condoído, seus tormentos, sem nada poder fazer a não ser orar para que a Luz da Sabedoria brilhe em suas almas nubladas e opacas. E, neste ínterim, passarei o tempo colecionando artefatos culturais perdidos por suas civilizações primárias. Esta é a grande vocação cósmica que acalento poder efetivar um dia. Com a minha alma gêmea alienígena, chegarei a tal nível de Amor por aqueles infelizes que poderei arriscar encarnações perigosas e redentoras, como as houve na Terra em figuras como Leonardo Da Vinci e Nikola Tesla. A compaixão destes Seres de Luz pela tragédia das humanidades inferiores chega a tal ponto que assumem o sacrifício de se separarem de suas “metade da laranja” por milênios, como – dizem - foi o caso do venusiano Sanat Kumara.



(Marcos Nunes Filho – 17-5-2019)

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