domingo, 28 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 772

 

      Ignorância Científica – 3 de 3

      “Não somente sabemos pela história e pela etnologia que o contato entre duas sociedades quase sempre destrói irremediavelmente a menos avançada, mas também aprendemos, pela psicanálise em particular, que a intervenção de um psiquismo sobre outro conduz o segundo, na ausência de grandes precauções, a tornar-se mais ou menos o espelho do primeiro.

      Uma civilização galáctica apaixonada pela diversidade e atenta em preservar e garantir para si, a longo prazo, interlocutores realmente originais, talvez preferisse evitar, por uma espécie de egoísmo ético, toda interferência com seres menores, ainda frágeis, em pleno desenvolvimento. Talvez nos enviasse observadores, mas tão perfeitamente discretos, transparentes, tão parecidos conosco que, durante sua missão, eles próprios ignorariam serem diferentes.

      Uma resposta possível à pergunta de Fermi é que eles estão aqui, invisíveis, seja porque não podemos vê-los, seja porque eles querem que não os vejamos.”

      Comentário: Os alienígenas sabem disso melhor do que nós, e por isso mantêm-se à distância, respeitando nosso livre arbítrio e evitando interferir em nossa evolução (ou involução).


(Marcos Nunes Filho – 28-2-2021)

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 35

 


Os Aliens e Nós – Parte 771

 

      Ignorância Científica – 2 de 3

      “Por deprimente que pareça, a pergunta seguinte não pode ser evitada: por que seres que atingiram níveis de inteligência, de consciência ética e conhecimentos científicos muito superiores aos nossos, se interessariam por nós? Por exemplo: por que quase-imortais se preocupariam com seres efêmeros, exceto para estudá-los como insetos?”

      Comentário: Complementando o item anterior, não passa pela cabeça dos cientistas terráqueos que inúmeros povos alienígenas se interessam por humanidades primitivas com a única intenção de AJUDÁ-LAS. É o que os ETs estão fazendo aqui na Terra. Seria melhor tais cientistas FICAREM DE BICO CALADO!!!...


(Marcos Nunes Filho – 27-2-2021)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 770

 

      Ignorância Científica – 1 de 3

      Os três trechos a seguir pertencem ao longo artigo, de 8 páginas, “Somos Todos Extraterrenos?”, por Gérard Klein/Le Monde, Revista “Manchete”, de 23 -10-1982:

      “Parece-me, então, verossímil que as únicas espécies realmente em condições de se difundir em caráter durável através do universo sejam espécies éticas, senão angélicas. Em contrapartida, espécies éticas, unificadas, poderiam ser estáveis demais para visarem a se espalhar pelo universo. As enormes possibilidades oferecidas pela exploração racional de um único sistema solar, sob a forma, por exemplo, de uma esfera de Dyson, talvez bastassem para utilizar sua energia ao longo de durações de tempo propriamente cosmológicas. Uma espécie ética provavelmente teria renunciado muito cedo às vertigens do crescimento exponencial, nem tanto por virtude angélica, mas sim porque um crescimento exponencial conduz, cedo ou tarde, ao encontro de limites que introduzem concorrências, portanto conflitos internos. Nesse sentido, a ética é a única via de sobrevivência a longo prazo das espécies inteligentes. Uma civilização que não adira a ela começa por erradicar todas as espécies inferiores que a cercam e, sem dúvida, acaba por se devorar a si própria. Assim, os agressivos correm o risco de desaparecer antes mesmo de nos contatar, e os éticos de sequer tentarem fazer isso.”

      Comentário: O teor do artigo é científico, ou seja, revela que a Ciência terrestre – ABSOLUTAMENTE MATERIALISTA – carece de todo e qualquer elemento para compreender a PROFUNDA NATUREZA ESPIRITUAL das civilizações extraterrestres avançadas.


(Marcos Nunes Filho – 26-2-2021)



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 34

 


Os Aliens e Nós – Parte 769

 

      Trecho do livro “O Fenômeno UFO”, de Johannes von Buttlar, Círculo do Livro, São Paulo-SP, (escrito em 1978), pág. 139:

      “Segundo Drake, (radioastrônomo Dr. Frank Drake), o número de civilizações acessíveis no cosmo não depende apenas do número dos planetas existentes, mas, sim, de um outro problema, bem mais importante:

      ‘Haveria vida inteligente na Terra?’

      (Esta pergunta estava escrita na parede de um planetário londrino. Um astrônomo, homem dotado de humor e espírito que visitava o local, escreveu a resposta, logo abaixo da pergunta: ‘Sim. Mas estou aqui somente de passagem, em visita!’)

      ‘Sejamos otimistas e suponhamos que, de fato, exista’, diz Drake, ‘pois, neste caso, haverá comunidades inteligentes também no universo.’ ”


(Marcos Nunes Filho – 25-2-2021)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 768

 

      O trecho a seguir pertence ao artigo “Os extraterrestres já estão aqui, mas o que faremos com eles? -  (A Ufologia precisa analisar as intenções dos aliens empregando uma visão que transcenda às barreiras impostas pelos próprios ufólogos.)”, de Alexandre Gutierrez, na revista “UFO”, nº 77, março 2001, p. 33:

      “Por outro lado, recebemos mensagens de alienígenas que pedem uma mudança de comportamento, uma nova diretriz, um novo posicionamento por parte dos seres humanos. No conteúdo destas mensagens, palavras de aviso e aconselhamento. Se pensarmos com calma, eles, ao que parece, sabem o que dizem. Afinal, somos incoerentes em nossas próprias atitudes. Planejamos colonizar o espaço e despejamos óleo em Galápagos. Nos orgulhamos da nossa tecnologia e temos milhares de pessoas morrendo de fome todos os dias. Tentamos clonar seres humanos, mas não dispomos da cura definitiva para uma simples gripe. Alguns afirmam que não precisamos de seres vindos de galáxias distantes nos dizendo o que devemos ou não fazer com a nossa casa. Mas ainda assim eles o fazem.”


(Marcos Nunes Filho – 24-2-2021)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 33

 


Os Aliens e Nós – Parte 767

      Marte e o Espiritismo – 5 de 5

      Há mais duas obras espíritas que falam dos habitantes de Marte.

      A primeira é “Novas Mensagens”, ditada pelo espírito de Humberto de Campos, psicografada por Francisco Cândido Xavier, no capítulo intitulado “Marte”, recebido pelo médium em 25 de julho de 1939.

      A segunda é “Cartas de Uma Morta”, também do Chico Xavier. Fala não só de Marte como de Saturno, em vários capítulos. Também foi ditada na década de 30.


(Marcos Nunes Filho – 23-2-2021)


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 766

 

      Marte e o Espiritismo – 4 de 5

      Na época em que foi escrito – início da década de 50 – estava muito em voga textos e notícias sobre marcianos e discos voadores. Acontece que este médium não escrevia mecanicamente, mas por inspiração. O que Hercílio Maes fez foi uma obra de ficção científica, disfarçada em espiritismo. Já li a edição original e ele faz referências à “avançada civilização marciana” como estando situada no plano físico, e não no etérico. Ou, então, talvez Ramatis tenha se referido a outro planeta que não Marte, mas o Hercílio – para fazer mais sucesso – preferiu situá-lo nas plagas marcianas dos “homenzinhos verdes”.


(Marcos Nunes Filho – 22-2-2021)

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 32

 


Os Aliens e Nós – Parte 765

 

      Marte e o Espiritismo – 3 de 5

      Vejamos outro trecho (2ª edição):

      “...nos grandes edifícios, tais como palácios, templos e estações aéreas ou não, predominam as cúpulas translúcidas, de material semelhante à porcelana terrestre, que deixa a luz polarizar-se em mudanças sedativas. (...) Durante o dia, os raios do Sol filtram-se por elas, em suave luminosidade; e, à noite, a luz artificial, magnética, ilumina-as feericamente, lembrando imensos ‘abat-jours’ refulgentes, suspensos sobre os edifícios.”

      (Páginas 294-295)

      Portanto, é na superfície.


(Marcos Nunes Filho – 21-2-2021)

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 764

 

      Marte e o Espiritismo – 2 de 5

      Vejamos este trecho (2ª edição):

      “PERGUNTA: Tomando por base a nossa longevidade, qual é a média comum de vida dos marcianos?

      RAMATÍS: Em face de serem portadores de organismos sadios, num perfeito equilíbrio entre o espírito e o corpo, podem atingir a meta dos cem anos, numa velhice agradável. Embora também predominem nas estruturas orgânicas as leis da ancestralidade biológica, derivadas de vários tipos primitivos que revelam maior ou menor longevidade, o marciano centenário é evento facilmente alcançável. Difere, no entanto, do vosso tipo ancião, porque o velho de Marte, na idade de cem anos, é muitíssimo superior no seu aspecto e vigor, rivalizando com o terrícola de cinquenta anos de idade.”

      (Páginas 169-170)

      Cem anos é pouquíssimo para seres com “perfeito equilíbrio entre o espírito e o corpo”. Se eles habitassem no plano etérico, sua longevidade seria de milênios.


(Marcos Nunes Filho – 20-2-2021)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 31

 


Os Aliens e Nós – Parte 763

 

      Marte e o Espiritismo – 1 de 5

      O livro espírita “A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores”, ditado pelo espírito de Ramatís e psicografado pelo médium Hercílio Maes, teve sua primeira edição em 1955. Já li a segunda edição desta obra: 1956, Editora Boa Vontade, LBV, Rio de Janeiro. Ela foi escrita antes de 1955. Segundo o seu texto original, destas primeiras edições, a civilização marciana descrita localiza-se no plano físico e na superfície. Hoje sabemos que a superfície deste planeta é totalmente desértica.


(Marcos Nunes Filho – 19-2-2021)

Os Aliens e Nós – Parte 762

       Visitando Outro Planeta – 22 de 22

      3) Fazemos um apelo aos homens de cons­ciência reta, no sentido de envidarem esforços para suavizar os sofrimentos e amenizar as aflições dos habitantes da Terra, que sofrem pela geral incom­preensão às leis de Deus.

      4) Regozijamo-nos perante o Criador por tudo quanto se fizer em prol de seus semelhantes na Terra e os alertamos com a sábia máxima: Ajudem-se mu­tuamente, para serem ajudados.

      É esta, em suma, a resenha da magnífica men­sagem endereçada aos homens da Terra, da qual fi­zeram-me porta-voz, a fim de trazê-la ao conheci­mento de todos os meus semelhantes. Para mim, foi sem dúvida uma preponderante razão entre as que me alicercei para atrever a pu­blicar o relato desta inédita viagem. Infelizmente, faltam-me os recursos literários peculiares a uma prosopopeia convincente e, para o desempenho desta missão, vali-me do salutar con­curso de amigos que, sobremodo, auxiliaram-me a concretizar essa obra. Se a minha diminuta capacidade não satisfez, contudo, leitor amigo, saiba que fui sincero nas minhas afirmativas e, sem recriminações, aceito a sua censura. Ao recordar a frase de JESUS: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas’, deixo-lhe os meus agradecimentos.”

      (Páginas 227-228)


(Marcos Nunes Filho – 18-2-2021)


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 30

 


Os Aliens e Nós – Parte 761

 

      Visitando Outro Planeta – 21 de 22

      “CONCLUSÃO

      Ao redigir estes relatos, em atenção ao pedido do Dr. Jânsle, cingi-me a narrar os fatos dentro das minhas possibilidades, procurando dar-lhes o maior cunho de realidade, sem atingir às raias do exagero, tão comum aos que relatam fatos excepcio­nais. Eis, finalmente, o teor da mensagem que me foi dada pelo Dr. Jânsle, no Gabinete de Desenho:

      AOS HOMENS DE BOA VONTADE

      1) Deveras, todos nós nos sentimos entristeci­dos por saber que os terrícolas, ainda, vivem uma existência mal conduzida.

      2) Formulamos votos para que a sua huma­nidade seja compreensiva na tolerância mútua do respeito entre os povos, a fim de que a Paz reine no coração de cada um e a ninguém seja dado atear o rastilho do ódio.


(Marcos Nunes Filho – 17-2-2021)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 760

 

      Visitando Outro Planeta – 20 de 22

      “Grande foi o contentamento que inundou mi­nha alma: comecei a sentir lágrimas nos olhos, pois descobri que existem seres humanos, verdadeiros anjos, de cujos corações se irradia a perene e pura grandeza de Deus: A BONDADE.” (Página 221)


(Marcos Nunes Filho – 16-2-2021)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 29

 


Os Aliens e Nós – Parte 759

 

      Visitando Outro Planeta – 19 de 22

      “- Não se apoquente muito, volte para o seu mundo que é generoso e risonho quando se sabe conduzir a vida. Não a amargure com reflexões, condicionando-a ao que não pode obter agora. Ao contrário, de futuro terá um novo campo de ação por distinguir com mais amplitude a razão de ser das coisas e se dedicará proveitosamente a obras dignas que lhe trarão íntima satisfação. Procure difundir o que viu e assistiu e, se puder, escreva um livreto enfeixando os relatos desta viagem. Pro­metemos voltar e, futuramente, lhe propiciaremos uma outra viagem.”

      (Página 206)


(Marcos Nunes Filho – 15-2-2021)

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 758

 

      Visitando Outro Planeta – 18 de 22

      “DE REGRESSO À TERRA

      O volitor principiou a subir vagarosamente e na expressão do olhar daquela gente notei o sen­timento de compaixão pela minha pessoa. Reco­nheciam a obrigatoriedade do meu regresso a um orbe mais rudimentar.

      Tristonho, busquei o interior da astronave, indo juntar-me aos demais companheiros de viagem.

      Pelos visores naturais do volitor via, lá em baixo, homens, mulheres e crianças acenando para nós, porém estava impossibilitado de responder às saudações. Condicionava-me a pensar que deixava um mundo de paz e amor para enfrentar outro de luta e desassossego.”

      (Página 199)


(Marcos Nunes Filho – 14-2-2021)

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 28

 


Os Aliens e Nós – Parte 757

 

      Visitando Outro Planeta – 17 de 22

      “A esta altura, o Dr. Jânsle colocou, paternal­mente, as suas mãos sobre os meus ombros e olhando- me profundamente, assim se expressou:

      - Vou lhe transmitir uma mensagem. Preste atenção no que lhe vou dizer:

      ‘Sua missão está finda e a minha gente lhe é imensamente grata pela sua presença. Até agora, você foi o único habitante terreno a visitar-nos neste longínquo Planeta, e, disso, se mostrou muito digno. Pedem, agora, os meus concidadãos para direta­mente lhe transmitir a nossa mensagem, endere­çada a todos os homens de boa vontade do vosso Planeta.’

      Abrindo um parêntesis: o teor dessa mensa­gem ficou reservado para o fim deste livreto.”

      (Página 197)


(Marcos Nunes Filho – 13-2-2021)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 756

 

      Visitando Outro Planeta – 16 de 22

      “Enquanto o animal ataca e fere para obter alimentos indispensáveis à sobrevivência, o homem o tem em fartura. Sabe como consegui-lo. Então, por que matar, exaurir, explorar, se usando critério e ponderação resolveria tudo, na equanimidade sa­tisfatória para todos os seres?

      O homem difere do animal pelo raciocínio, po­rém, é mais feroz. Seu passado, sua história, resu­mem-se num amontoado de consecutivas guerras e seus poucos períodos de paz são repassados de or­gias e degeneradas bacanais que, novamente, os situa em condição inferior aos irracionais.

      É verdade que a vida é movimento, é pro­gresso, mas um movimento e um progresso racio­nal. Porém, o homem terreno criou, e está alimen­tando, um progresso irracional e unilateral.

      São estas as ponderáveis razões de seus so­frimentos.

      Volvendo para os primórdios de sua humani­dade, verá o homem buscando inventar novos ar­mamentos, na infindável ânsia de domínio do mun­do. Sempre houve os que pretenderam dominá-lo pelo poder das armas, contudo, jamais foi ou será conseguido.”

      (Página 194)


(Marcos Nunes Filho – 12-2-2021)




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 27

 


Os Aliens e Nós – Parte 755

 

      Visitando Outro Planeta – 15 de 22

      “- Jamais meu entendimento poderia aceitar existisse um mundo como este. Se eu falar deste Planeta para a minha gente, eles não darão crédito e, naturalmente, responde­rão com palavras irônicas e zombeteiras. Taxar-me-ão de maluco.

      - Sim - respondeu-me ele. Há os incrédu­los, os indecisos, os dúbios, os mais esclarecidos e os cônscios para admitir a pluralidade dos mun­dos humanamente habitados. No entanto - preveniu-me o Dr. Jânsle - quando isso acontecer, limite-se a dar um fraternal sorriso; se os mús­culos se contraírem, impedindo-o de sorrir, então tenha compaixão desses seres, e ficará conhecendo a pouca fé daquele que zombou de suas palavras.

      - Mais do que nunca, avalio o quanto se en­ganam os ansiosos de acumular fortunas na insana exploração de humanas vítimas, locupletando-se com o sacrifício dos seus semelhantes.

      - Tome sentido no que lhe vou dizer: Se o homem usa terra fértil para plantar, água limpa para beber, alimentos puros para ingerir, por que não imitar a fertilidade terrena, semeando boas ações? A limpidez da água, em limpos pensamentos? E os alimentos puros, na pureza de seu Coração? Por quê?...”

      (Páginas 192-193)


(Marcos Nunes Filho – 11-2-2021)




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 754

 

      Visitando Outro Planeta – 14 de 22

      “Enquanto andávamos perguntei:

      - Por que, na verdadeira civilização, a pes­soa pode matar, roubar e caluniar e não existe ne­nhuma consequência?

      - Porque na verdadeira civilização não exis­tem juízes, polícia e prisões, devido a alta com­preensão e civilidade de seus habitantes. Possuindo este alto grau evolutivo, eles podem matar, roubar e caluniar mas não o fazem porque a sua formação moral e espiritual não o permitem. Suponhamos que em seu planeta todos seus habitantes fossem iguais a Jesus Cristo.

      - Um Jesus eliminaria outro? Claro que não!

      - Apesar de poder eliminar e não sofrer con­sequências, jamais isto aconteceria. Está claro?

      - Claríssimo e muito obrigado, Doutor.”

      (Página 185)


(Marcos Nunes Filho – 10-2-2021)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 26

 


Os Aliens e Nós – Parte 753

 

      Visitando Outro Planeta – 13 de 22

      “- Dr. Jânsle, o senhor há pouco se referiu sobre civilização.

      - Sim, exato.

      - Poderia explicar-me qual é a verdadeira civilização?

      - Posso, mas devo adverti-lo de que o ra­ciocínio do homem do planeta Terra ainda não o concebe.

      - Ainda assim, desejo sabê-lo.

      - A verdadeira civilização é aquela em que o ser racional pode matar, roubar, caluniar, e não existe a mínima consequência para esses delitos.

      - Mas isso é um absurdo, doutor!

      - Bem te avisei quanto à sua incompreensão.”

      (Página 170)


(Marcos Nunes Filho – 9-2-2021)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 752

 

      Visitando Outro Planeta – 12 de 22

      “- Mas os mundos permanecem envoltos em mistérios?

      - Mistérios? - acentuou expressivamente o Dr. Jânsle. Eles não existem. O que há são coisas lógicas e naturais superando o nosso entendimento; são fenômenos que fogem à nossa inteligência. Di­go-lhe mais, se cada habitante do seu Mundo des­cobrisse um fenômeno ou mistério, não se esgotaria o seu número, restando ainda uma imensidão de coisas por descobrirem.”

      (Página 178)

      Observação minha: Menotti Del Picchia, na epígrafe de abertura do Capítulo IV do seu romance de ficção científica “A Filha do Inca”, diz: “O misterioso não é o sobrenatural. É a ignorância de uma nova ordem natural, porque, ou tudo é natural no universo, ou o fenômeno mais banal da vida é o sortilégio miraculoso de um mago formidável...”


(Marcos Nunes Filho – 8-2-2021)

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 25

 


Os Aliens e Nós – Parte 751

 

      Visitando Outro Planeta – 11 de 22

      “- Então, quer dizer que não nos visitarão nem pelo ano dois mil? Aliás, supõe-se que o nosso orbe se acabará nesse ano.

      - Haverá, sim, sensíveis mudanças até ao ano 2.030 do vosso calendário e se processará uma ver­dadeira metamorfose moral e física, ao lado de uma radical mudança em todos os setores da vida humana.

      - Como sabe o doutor de tudo isto? Por co­nhecimentos científicos ou religiosos? - indaguei, pressuroso.

      - Pela ciência apoiada intimamente aos conhe­cimentos religiosos. Há muitos milênios palmilha­mos estradas idênticas e o que sabemos com rela­ção ao Universo cinge-se à altura de nossa inteli­gência e grau de compreensão. Se hoje rondamos o seu Planeta e o observamos é, justamente, para estarmos ao par de toda essa maravilhosa metamor­fose, aliás, já iniciada.”

      (Página 160)

      Observação minha: É muito interessante a data de 2.030 fornecida, considerando que a obra foi escrita no final da década de 50. (Vide Agenda 2.030 da ONU.)

(Marcos Nunes Filho – 7-2-2021)


sábado, 6 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 750

 

      Visitando Outro Planeta – 10 de 22

      “Segundo declarei, o que mais me impressio­nou nessa colossal metrópole, seja porque a sua harmonia me empolgava tocando profundo o meu ser, seja pelo ato de estar sempre presente aos ouvi­dos, era a maravilhosa música provinda dos céus.

      Seria essa música a sinfonia da própria natu­reza, classificada como sinfonia dos mundos? Acei­tava-a como sendo um milagre que me deixava per­plexo e fazia-me aquilatar da impossibilidade de um ente humano produzir semelhante maravilha.

      Era a expressão da suavidade doce e compas­sada, harmoniosa e confortadora, impregnada de algo divinal que saturava o meu íntimo; enfim, uma sinfonia celestial executada para a nossa alma.

      Não sei dar uma definição satisfatória, mesmo porque não sou músico. Entretanto, posso asseve­rar que, emitido um som, simultaneamente outros quatro ou cinco surgiam, continuando o primeiro a ser ouvido como se fora a base de sustentação às demais notas musicais. Finalmente, tudo se entre­laçava de maneira inexplicável, harmonizava-se, ex­tinguindo-se numa só tonalidade.

      (...)

      Posso afirmar ser a música que ouvia extasiante e arrebatadora e, para mim, significava não propriamente uma sinfonia, mas um sopro sobrenatu­ral que me enlevava os sentidos, predispondo-me ao exercício de ações magnânimas.

      Ao seu ressoar, sentia profunda calma, inigua­lável serenidade e um bem-estar indefinível que se traduzia em disposição e confiança.

      E... aquela maviosa música persistia como um sedoso lençol sobre nossas cabeças.

      Harmoniosos sons nos envolviam e se estrutu­ravam, formando verdadeira montanha musical.

      Assim, aquele povo, segundo soube, fica horas e horas se deleitando com a peculiar melodia que, para eles, representa um prazer, ao par de subs­tancial repouso espiritual e consequente reconforto físico.”

      (Páginas 156 a 158)


(Marcos Nunes Filho – 6-2-2021)



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 24

 


Os Aliens e Nós – Parte 749

 

      Visitando Outro Planeta – 9 de 22

      “- Mas o Doutor mencionou outros planetas que não são ‘paraísos’...

      - Realmente. No Universo há mundos rudi­mentares, onde seus habitantes, com vislumbres fisionômicos de ‘homem’, alimentam-se engolindo, avidamente, os vegetais crus, raízes e cascas. Mui­tos de vossos animais não se alimentam dessa forma! A água utilizável provém de imundas poças e de­vido ao calor reinante se transformam em focos pestilentos que os dizima impiedosamente. Suas vestimentas consistem numa espessa camada de pe­los longos e rústicos. Gigantescos e horripilantes animais se entredevoram e invadem os agrupamen­tos humanos que, sequer, têm noção do uso de uma simples lança de pedra para a própria defesa. Esses indivíduos vivem no alto de penhascos para se po­rem a salvo dos ataques das feras, em estado de verdadeira incompreensão. Num incrível primitivismo, disputam avidamente as locas, e o apareci­mento nos céus de um simples papagaio lhes cau­saria terrível pânico.

      Pondo, agora, mais firmeza no olhar, acrescen­tou: No seu mundo, isso não acontece, não é verdade?

      - Indiscutivelmente, não. O Doutor tem toda razão... A Terra é um verdadeiro paraíso!”

      (Páginas 131-132)


(Marcos Nunes Filho – 5-2-2021)


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 748

 

      Visitando Outro Planeta – 8 de 22

      “- Mas, o que é preciso fazer para melhor se tor­nar a vida em nosso Planeta?

      - Melhorar a vida? - repetiu o Dr. Jânsle, com certo espanto. Não, meu amigo! A vida é a mais bela e deliciosa expressão de toda a Natureza que Deus implantou no Universo. O essencial não é melhorar a vida, mas reformar o homem. Impõe-se a reforma íntima do ser humano. A vossa huma­nidade desfruta a vida num Planeta considerado, em relação a outros, um paraíso, porém os homens deturpam as suas delícias e o transformam num verdadeiro inferno!

      Assim se expressando, prosseguiu:

      - Torna-se imperioso ponderar que o Supremo Criador, ao dadivar Suas bênçãos ao Planeta Terra, conferiu-lhe esplendores e maravilhas, as quais o homem-terra não aproveita ou sequer agradece. Sentimo-nos entristecidos por ver, afinal de con­tas, o habitante terreno, já em certo grau de evo­lução e entendimento, não ser capaz de considerar bem essas oferendas divinas e sair do emaranhado confuso criado por ele próprio!

      Não padece dúvida, existem na Terra muitos e muitos homens imbuídos de boa vontade e de orientação esclarecida, mas infelizmente se consti­tuem em minoria. É mister principiar a trilhar o estreito caminho do Bem para atingir a larga es­trada do Amor. No entanto, tudo indica que so­mente após o término da evolução do ciclo, com profundas alterações telúricas, lhes acarretando acer­bos sofrimentos, conseguirão sair do caos e implan­tar nos seus corações a suprema lei do ‘Amai-vos uns aos outros’!

      Creio ser esta a linha de conduta e orientação que os libertará. Daí, então, a presente minoria se converterá, com o advento do terceiro milênio, em maioria.”

      (Páginas 130-131)


(Marcos Nunes Filho – 4-2-2021)


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 23

 


Os Aliens e Nós – Parte 747

 

      Visitando Outro Planeta – 7 de 22

      “Meu irmão, disse ele, possuímos uma apa­relhagem assaz eficiente, de captação sensível, que nos permite ver, ouvir e observar amplamente o sistema de vida dos terrícolas. Você ignora a nossa possibilidade de conhecer e interpretar até as formas-pensamentos emitidas pelo nosso homótipo.

      Pode crer, de longa data efetuamos excursões ao seu Planeta, onde colhemos material abundante para estudos, quer no reino mineral, quer vegetal ou animal. Costumamos aportar demoradamente na Terra e de visu, lá, fazemos estudos complementares que se estendem até os animais de grande porte.

      (...)

      Ademais, mantemos instalados sobre o vosso globo, de maneira direcional, verdadeiras estações transitórias dotadas de aparelhagem conveniente, que nos permite captar as imagens e projetá-las em nossos salões de estudos, onde equipes especializa­das se encarregam de acompanhar, pari-passu, todas as atividades científicas dos seus países mais adian­tados.

      Não tenha dúvidas, meu amigo, em crer que as nossas possibilidades de conhecer e saber o que se passa no vosso mundo são vastíssimas! Assim, alon­gamos as nossas observações aos hábitos, forma de vida, conceitos e preconceitos da humanidade que o habita, pois chegamos a sintetizar as raças e os povos nos seus demarcantes usos e costumes.

      (...)

      Essas magníficas ilações têm o precípuo e sa­lutar fito de robustecer a nossa fé, tornando-nos mais gratos ao CRIADOR, por nos vermos colocados em um mundo pacífico, pleno de quietude e amor, quando há outras criaturas postas em um mundo maravilhoso, pleno de encantamentos, e, apesar de esclarecidas, o aviltam - modus faciendi - com suas próprias ações, na difusão da maldade e no olvido de que lá se encontram temporariamente.

      (...)

      A Terra, não se encontrando nas condições dos mundos subdesenvolvidos, mas no estágio de mundo esclarecido, onde seus componentes já distinguem, claramente, o bem e o mal, equipara-se a um peri­goso delinquente que, cônscio, infringe as leis e como tal precisa ser permanentemente vigiado para não constituir possível perigo.

      Em síntese, as atividades de seus moradores alimentam uma caldeira em ebulição, onde as pai­xões se fermentam na ânsia da riqueza, do domínio e de outras tendências inferiores, ao ponto de não pouparem, sequer, os próprios semelhantes para a integral satisfação de seus apetites. Utilizam-se de descobertas científicas para engendrar a destruição e, sabemos, não titubearão em provocar maiores males na fúria insana de se sobrepujarem, afetando, assim, a economia de outros planetas que lhe são vizinhos.”

      (Páginas 122 a 125)


(Marcos Nunes Filho – 3-2-2021)


terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Nós – Parte 746

 

      Visitando Outro Planeta – 6 de 22

      “- Desconhecemos a palavra guerra e o seu correspondente significado representa, para nós, um atentado às leis do Criador. A pureza e a esponta­neidade de sentimentos dominam a todos, excluindo os perigos dessa natureza, cuja semente medra em cérebros doentios nas condições daqueles que o amigo visitou ainda há pouco.

      - E não temem uma invasão provinda de ou­tros mundos?

      - Também não. Respondendo com calma, frisou: A fim de serenar sua inquietação, aliás muito própria da índole humana e que reflete a animosidade do meio em que você vive, assevero-lhe: os mundos atrasados ou inferiores - enquanto assim permanecerem - não chegarão até aqui. Dos mundos superiores, jamais tememos um ataque e de­les só nos é dado receber elevados ensinamentos e proveitosas lições decorrentes do intercâmbio cul­tural se, disso, nos fizermos merecedores...”

      (Páginas 105-106)


(Marcos Nunes Filho – 2-2-2021)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Os Aliens e Eu - 22

 


Os Aliens e Nós – Parte 745

 

      Visitando Outro Planeta – 5 de 22

      “Em síntese, nesse estranho mundo que visitei, a norma vigente é a seguinte: o que um tem, todos têm.

      Esforçam-se os habitantes daquele Planeta no trabalho objetivo para o bem da coletividade, jamais procurando para si aquilo que não pode ser dado aos outros. Ao me fornecer um exemplo, disse-me o Dr. Jânsle:

      - Se eu faço um bem só para mim, uma segunda pessoa um bem só para ela, uma terceira pessoa idem e assim sucessivamente, teremos, em conclusão, um benefício disperso em favor de cada um individualmente. Ao contrário, se estes bens forem aplicados à coletividade, acontece que cada um recebe, ao mesmo tempo, três benefícios. Tal procedimento constitui uma parte de nossa filosofia e não deixa de ser interessante, equitativa e humana, levando-nos ao cumprimento da sagrada Lei: Amai-vos uns aos outros.”

      (Páginas 77-78)


(Marcos Nunes Filho – 1º-2-2021)