sexta-feira, 31 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 133


      “Cada gota de água naquele rego é um orbe, mais cheio de seres do que de homens é cheio um reino. Em todas as partes, neste imenso Plano de Existência, a ciência descobre novas vidas. A vida é um princípio que atravessa tudo, e até a coisa que parece morrer e apodrecer, gera nova vida, e dá novas formas à matéria. Raciocinando, pois, por evidente analogia, diremos: Se não há uma folha, nem uma gota de água que não seja, como aquela estrela, um mundo habitável e respirante, - e se até o homem mesmo é um mundo para outras vidas, e milhões e bilhões de seres habitam nas correntes do seu sangue, vivendo no seu corpo como o homem vive na terra, o senso comum (se seus homens eruditos o tivessem) bastaria para ensinar que o infinito circunfluente, ao qual chamam espaço, - o ilimitado Impalpável que separa a Terra da lua e das estrelas, - está também cheio de sua correspondente e apropriada vida. Não é visível absurdo supor que uma folha está cheia de seres e vida, e que seres vivos não existem nas imensidades do espaço? A lei do Grande Sistema não permite que se desperdice um só átomo, nem conhece lugar algum onde não respire algum ser vivo. Até o ossário é um viveiro de produção e animação. É verdade o que digo? Pois bem, se é assim, pode conceber que o espaço, que é o Infinito mesmo, somente seja um deserto sem vida, menos útil ao Plano da Existência Universal, do que o esqueleto de um cão, do que a povoada folha, do que a gota de água, cheia de seres viventes?”

      (“Zanoni”, E. Bulwer Lytton, Editora Pensamento, São Paulo, 1978, obra escrita em 1842, Página 248.)



(Marcos Nunes Filho – 31-5-2019)









quinta-feira, 30 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 132


      “Recordo-me de que, em 1977, acompanhei o historiador e egiptólogo senegalês Cheikh Anta Diop à Nigéria, que estava, então, sob o governo de um regime nacionalista e populista, liderado  por Murtala Ramat Muhammad, cujas convicções políticas, ao menos dessa vez, coincidiam com o próprio Pan-africanismo de Fela. Sabendo da admiração de Fela por Diop, marquei um encontro entre eles em nosso hotel.
      Atipicamente, Fela apareceu exatamente na hora marcada, com uma comitiva de cerca de trinta pessoas, incluindo várias de suas esposas. Após meia hora ouvindo atentamente o professor, Fela começou uma bateria de questionamentos.
      ‘Ô, professor, como é que os antigos egípcios construíram as pirâmides?’
      Diop respondeu que a tecnologias utilizada para construir aquelas gigantescas estruturas deixava os engenheiros e cientistas atuais perplexos.
      ‘Senhor, eu tenho a resposta’, Fela disse. Ele prosseguiu e disse a Diop que as pirâmides antigas foram construídas por meio de telepatia e levitação!
      ‘Meu senhor professor, é por causa disso que ninguém sabe dizer como foram construídas as pirâmides, Fela disse.
      Ele informou ainda a Diop que os antigos egípcios possuíam ‘espaçonaves’ com as quais viajavam para outras galáxias e voltavam com conhecimento científico extraterrestre. Ao invés  de combustíveis convencionais, estas ‘espaçonaves’ eram movidas a energia... mental
      Diop calou-se.”

      (“Fela. Esta vida puta”, Carlos Moore, Nandyala, Belo Horizonte, 2011, Página 310.)



(Marcos Nunes Filho – 30-5-2019)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 131


      “Depois de dois ou três copos daquela bebida, meu pai olhou fundo dentro dos meus olhos, como se tivesse decidido me revelar o maior segredo de sua vida.
      - Você se lembra de nosso jardim lá em Hisoy? – começou.
      Não me dignei a responder a uma pergunta tão tola e deixei meu pai sem resposta.
      - O.k. – continuou ele. – Agora ouça bem, Hans-Thomas. Vamos imaginar que um belo dia você vá até o jardim e descubra entre as macieiras um pequeno marciano. Digamos que ele seja um pouco menor do que você e que seja amarelo, ou verde, como a sua imaginação quiser.
      Concordei com a cabeça, como era de se esperar. Não tinha sentido protestar contra o tema daquela conversa.
      - Digamos que a estranha figurinha erga os olhos e firme o olhar em você. Sabe, os extraterrestres gostam de encarar os outros – prosseguiu meu pai. – Até aí tudo bem. A questão é saber como você reagiria.
      Quis dizer que convidaria o sujeito para tomar café da manhã, mas para ser fiel à verdade, disse que era provável que soltaria um grito de susto e de medo.
      Meu pai concordou e ficou visivelmente satisfeito com  aquela resposta. Ao vê-lo assim tão satisfeito, entendi que ainda não tinha terminado de dizer tudo o que queria.
      - Você não acha que ficaria um tanto espantado e curioso para saber quem era aquele extraterrestre e de onde ele vinha?
      - É claro – respondi.
      Mais uma vez ele fez um gesto com a cabeça e uma expressão de quem estava analisando meticulosamente todas as pessoas que se encontravam naquela praça. Depois perguntou:
      - Já te ocorreu alguma vez que você mesmo pode ser esse homenzinho de Marte?
      Já estava acostumado com todas aquelas coisas do meu pai, mas confesso que ao ouvir isso tive de me segurar no canto da mesa para não cair da cadeira.
      - Ou um homenzinho da Terra, se você preferir – prosseguiu ele. – No fundo não importa o nome do planeta em que vivemos. O fato é que você também é uma criatura de duas pernas que vive andando daqui para lá num globo que vagueia pelo universo.
      - Exatamente como os marcianos – completei.
      Ele concordou.
      - E pode ser até que você esteja passeando pelo jardim e, em vez de dar de cara com um marciano, dê de cara com você mesmo. E pode ser que nesse momento você dê aquele grito que daria se encontrasse um marciano. Isso para dizer o mínimo, pois afinal de contas não é todo dia que a gente se descobre um habitante vivo de um planeta que não passa de uma ilhota no universo.
      Entendi o que ele queria dizer, mas não soube o que falar. Não era fácil fazer algum comentário àquele tema.
      - Você se lembra de quando assistimos a um filme chamado O encontro? – perguntou meu pai.
      Eu disse que sim. Era um filme confuso sobre pessoas que tinham visto discos voadores de um outro planeta.
      - Vamos adotar por alguns instantes a linguagem do diretor do filme: ver uma nave espacial de um outro planeta significa um contato do primeiro grau. Quando vemos criaturas bípedes saindo de dentro dessa nave falamos de um contato do segundo grau. E um ano depois do Encontro a gente assistiu a um outro filme...
      - Sim... ele se chamava ‘Contatos imediatos do terceiro grau’ – completei.
      - Exatamente. E se chamava assim porque as personagens do filme tinham tocado em androides de um outro sistema solar. Esse contato direto é o que chamamos de contato do terceiro grau. Tudo bem até aqui?
      - Tudo bem – respondi.
      Depois disso meu pai ficou olhando por um bom tempo para a praça e para os muitos cafés. E então disse:
      - Mas você, Hans-Thomas, você experimentou um contato imediato do quarto grau.
      Devo ter parecido um ponto de interrogação da cabeça aos pés.
      - Isso porque você mesmo é uma misteriosa criatura do espaço – disse meu pai enfaticamente. E ao dizê-lo, bateu com tanta força a xícara de café sobre a mesa que nós dois ficamos surpresos quando vimos que ela não tinha se quebrado. – Você é essa criatura misteriosa e a conhece como ninguém.
      Eu estava confuso, mas entendi na hora que ele tinha toda a razão.
      - Você deveria trabalhar para o governo como filósofo – eu disse. E aquilo veio do fundo do meu coração.”

      (“O Dia do Curinga”, Jostein Gaarder, Companhia das Letras, São Paulo, 1996, Páginas 108 a 110.)



(Marcos Nunes Filho – 29-5-2019)

terça-feira, 28 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 130


      “- Somos uns caras danados mesmo, meu filho. Veja você... não passamos de figurinhas de Lego tentando ir de Arendal até Atenas num pequeno Fiat! Que coisa, hein? E dentro de um grãozinho de ervilha! Sim, porque lá fora, quer dizer, fora dessa viagem em que vivemos no nosso grão de ervilha, Hans-Thomas, existem muitos bilhões de galáxias. Cada uma delas possui algumas centenas de bilhões de estrelas. E só Deus sabe quantos planetas existem! – Bateu a cinza do cigarro e continuou: - Não acredito que estamos sozinhos, meu filho. Não acredito mesmo. O universo está fervilhando de vida. Só que nunca saberemos se estamos ou não sozinhos. As galáxias são como ilhas solitárias, sem qualquer ligação entre si.”

      (“O Dia do Curinga”, Jostein Gaarder, Companhia das Letras, São Paulo, 1996, Página 27.)



(Marcos Nunes Filho – 28-5-2019)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 129


      “Antes que ficasse muito tarde, os quatro deram uma pequena caminhada para longe das fogueiras e das lanternas do acampamento, até um lugar escuro e quieto onde pudessem se deitar e olhar maravilhados a Via-Láctea, espantosa e intensa sem a poluição das luzes da cidade. Mack era capaz de ficar horas deitado olhando aquela vastidão. Sentia-se incrivelmente pequeno, mas em paz. De todos os lugares em que a presença de Deus se fazia sentir, era ali, rodeado pela natureza e sob as estrelas, um dos mais tocantes. Quase podia ouvir o hino de adoração que os astros faziam ao Criador, e em seu coração relutante ele participava do melhor modo possível.”

      (“A Cabana”, William P. Young, Sextante, Rio de Janeiro, 2008, Página 32.)



(Marcos Nunes Filho – 27-5-2019)

domingo, 26 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 128


      “ – Mas vocês conquistaram o espaço – insisti. – Por que não devemos tentar?
      - Porque o espaço não pode ser conquistado até que nos conquistemos a nós mesmos.”

      (“Yargo”, Jacqueline Susann, Editora Rio Gráfica Ltda., Rio de Janeiro, 1986, Pág. 96.)



(Marcos Nunes Filho – 26-5-2019)

sábado, 25 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 127


      “Ali estava um grupo de pessoas voando a seu bel-prazer por todo o universo, enquanto nossos maiores cientistas ainda teorizavam sobre as perspectivas de chegar à Lua.”

      (“Yargo”, Jacqueline Susann, Editora Rio Gráfica Ltda., Rio de Janeiro, 1986, Pág. 35.)



(Marcos Nunes Filho – 25-5-2019)

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 126


      “Se um visitante de outros mundos chegasse a uma de nossas grandes cidades, sem saber que por trás das milhares de vitrines iluminadas e dos anúncios luminosos existe gigantesco interesse financeiro, acharia o ser terrestre uma maravilha de generosidade.”  
       
      (“Millôr Definitivo: a Bíblia do Caos”, Millôr Fernandes, L&PM, 2007, Porto Alegre, Pág. 586.)



(Marcos Nunes Filho – 24-5-2019)

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 125


      No link abaixo lemos algumas declarações do astronauta Buzz Aldrin, o pretenso segundo homem a andar na Lua, na missão Apolo 11. Ele “apela aos EUA a trabalharem para pôr em prática a ideia de uma ‘grande migração da humanidade para Marte’, como questão de ‘derradeira sobrevivência’ para os seres humanos”. Ele ainda diz que a “derradeira sobrevivência da nossa espécie” depende da “exploração do Universo”. E conclui: “Nós exploramos, ou nós expiramos”. O título do artigo é mais contundente: “Migração para Marte é única opção para sobrevivermos”. Ou seja, - numa interpretação literal -, esta humanidade não possui mais nenhuma capacidade para evitar a autodestruição. Muito animador!...




(Marcos Nunes Filho – 23-5-2019)

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 124


      Estes textos não são de Ufologia: estou falando de REVOLUÇÃO. Mas hoje esta palavra NÃO FAZ MAIS SENTIDO PARA A HUMANIDADE. Com todas as comodidades modernas da sociedade de consumo capitalista, a “prostituta” classe média se aliena irreversivelmente. Ela vê apenas até onde seus olhos alcançam, achando que vive num paraíso, como o Cândido de Voltaire. “Voltaire conclui a obra-prima com Cândido - se não rejeitando o otimismo - ao menos substituindo o mantra leibniziano de Pangloss, ‘tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis’, por um preceito enigmático: ‘devemos cultivar nosso jardim’.” (Wikipédia) O pequeno-burguês não quer saber das ervas daninhas, dos pântanos, dos desertos, etc. A “revolução” está “muito além do jardim”...



(Marcos Nunes Filho – 22-5-2019)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 123


     Se os astronautas dos EUA realmente pisaram na Lua em 1969, por que não voltaram mais lá? Por que pararam de ir? Teria sido um embuste, uma fraude? Ou, então, temos uma segunda opção. Neste caso, realmente eles pisaram em solo lunar, mas os extraterrestres disseram para os cientistas da NASA: - Como a sua humanidade é ainda selvagem e primitiva, segundo as Leis Cósmicas vocês não possuem autorização divina para sair de sua prisão planetária. Acredito mais na primeira. Este site analisa os “furos” da missão espacial americana:




(Marcos Nunes Filho – 21-5-2019)

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 122


      Economia Alienígena – 2 de 2

      Os Irmãos Espaciais não sabem o que seja dinheiro. O que eles produzem e consomem é estritamente coletivo. Tudo é de todos. Não existe exclusivismo ou privilégios. O seu nível de maturação pessoal é muito alto. Para nós, seres milenarmente massacrados por todos os impostos e por todos os sistemas econômicos, é impensável sequer suspeitar que é perfeitamente possível estruturar a sociedade em fundamentos humanos e não financeiros. Eis aí o maior fator REVOLUCIONÁRIO neste mundo de escravos do vil metal. E o que me causa uma profunda perplexidade é perceber a extraordinária capacidade dos cidadãos da Terra de tornar complexa uma civilização que, em todos os termos, pode e deve ser tão simples quanto a de nossos distantes irmãos de outras paragens dos céus.



(Marcos Nunes Filho – 20-5-2019)

domingo, 19 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 121


      Economia Alienígena – 1 de 2

      Existe ao redor do planeta, em bases lunares, marcianas, venusianas e alhures, além de intraterrenas, uma gigantesca frota de naves alienígenas observando o desenrolar da odisseia terráquea desta humanidade degenerada. São milhões de seres de outras estrelas atentos ao que iremos fazer do mundo que criamos ao custo de todas as dores e de todos os talentos de suas pontas de lanças. Eles estão ao nosso derredor, invisíveis. E este aparato extraterrestre deve custar alguma coisa, partindo do princípio de que vivemos numa sociedade capitalista onde tudo tem um preço financeiro, até mesmo a água. Deve orçar em uma fortuna inconcebível tal presença. Mas, na verdade, NÃO CUSTA NADA. É absolutamente GRATUITA.



(Marcos Nunes Filho – 19-5-2019)

sábado, 18 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 120


      Águia Estelar – 6 de 6

      Mas esta evolução não tem fim. O próximo passo será ascender ao status de Logos Solar, quando todo um sistema estará sob minha “jurisdição” (como Hélios e Vesta). Depois virão as Constelações. Afinal, o Universo. E mais além. Não há fim. Não há princípio. A Evolução é infinita e eterna. DEUS é um “ente” COLETIVO, talvez ainda em processo EVOLUTIVO.

      Não me é possível recordar o tempo em que fui uma insignificante formiga, por milênios ignorada como um ser em evolução nestes mundos fantásticos. Mas hoje tenho consciência do Homem que sou. O Deus que serei lembrar-se-á dos instantes em que escreveu este texto, com profunda piedade pela minha patética e insuficiente humanidade.



(Marcos Nunes Filho – 18-5-2019)

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 119


      Águia Estelar – 5 de 6

      Então, serei um ET em missão “civilizadora” em outros mundos selvagens, como os há por aí às miríades, nesta galáxia e adjacências. Não poderei intervir na vida daqueles humanos bárbaros, para não lhes tirar o mérito de sua própria libertação. Assistirei, condoído, seus tormentos, sem nada poder fazer a não ser orar para que a Luz da Sabedoria brilhe em suas almas nubladas e opacas. E, neste ínterim, passarei o tempo colecionando artefatos culturais perdidos por suas civilizações primárias. Esta é a grande vocação cósmica que acalento poder efetivar um dia. Com a minha alma gêmea alienígena, chegarei a tal nível de Amor por aqueles infelizes que poderei arriscar encarnações perigosas e redentoras, como as houve na Terra em figuras como Leonardo Da Vinci e Nikola Tesla. A compaixão destes Seres de Luz pela tragédia das humanidades inferiores chega a tal ponto que assumem o sacrifício de se separarem de suas “metade da laranja” por milênios, como – dizem - foi o caso do venusiano Sanat Kumara.



(Marcos Nunes Filho – 17-5-2019)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Os Aliens e Nós - Parte 118


      Águia Estelar – 4 de 6

      Se por acaso algum ET me efetuasse uma visita, eu o trataria com a mesma urbanidade e polidez com que lido com todos os meus irmãos de CÁRCERE PLANETÁRIO. Estou absolutamente cônscio de que MEREÇO A PRISÃO A QUE FUI CONDENADO HÁ MILÊNIOS. Apenas espero conseguir a libertação em breve, para que adquira o direito de poder viajar com os meus Irmãos das Estrelas por este Universo sem fim em suas naves fantásticas. É exatamente esta a razão de ter escolhido para mim o pseudônimo de “Aquila Stellaris”.




    (Marcos Nunes Filho – 16-5-2019)

    quarta-feira, 15 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 117


          Águia Estelar – 3 de 6

          Os poucos de nós que possuem uma noção profunda deste processo complexo, estão sob uma espécie de terreno neutro: não compactuam com as excrescências terrenas e nem comungam com as excelências celestes. É como me sinto. Neste sentido, a sensação é a de ser um TERRESTRE EXTRATERRESTRE. Mas a dicotomia é ilusória, desde que todos os humanos galácticos encontram-se submetidos a um mesmo processo de evolução, o qual é único e subjaz regido por Leis Divinas eternas e inalteráveis. No fundo, não há nenhuma diferença de essência, apenas de forma.



    (Marcos Nunes Filho – 15-5-2019)

    terça-feira, 14 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 116


          Águia Estelar – 2 de 6

          A linhagem alienígena normal é tão humana quanto nós. São seres altamente desenvolvidos em todos os sentidos. Os nossos Irmãos Espaciais estão cientes do abismo que os separa de nós. Mesmo que os governos liberassem as informações concernentes aos alienígenas, estes jamais se dariam a conhecer, pois sabem os danos que causariam ao “agredir” uma sociedade primitiva com valores elevados. Mesmo porque, eles não podem interferir em nosso livre arbítrio. A responsabilidade sobre o destino da humanidade é única e exclusivamente NOSSA. Por isso se ocultam. É fácil imaginar que possuem uma grande compaixão pelo baixo nível em que nos encontramos. Veem nossas estruturas sociais como construções dementes de uma elite perversa que se mantém no poder milenarmente. Compreendem que os terrestres são apenas escravos iludidos por sistemas falaciosos.



    (Marcos Nunes Filho – 14-5-2019)

    segunda-feira, 13 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 115


          Águia Estelar – 1 de 6

          Segundo as mais fidedignas e verossímeis fontes da Ufologia Mística, os alienígenas presentes no sistema solar estão muito à nossa frente em termos espirituais. Fala-se em ETs negativos, mas isto não pode existir aqui, devido a certas leis universais a reger de maneira absoluta o trânsito interestelar em planetas ainda não emancipados a nível cósmico, como a Terra. Ou melhor, a presença entre nós de aliens “ruins” é ínfima, estando os mesmos sob constante vigilância. Quanto aos humanoides greys, com suas traumáticas abduções de cidadãos terrestres, de forma alguma podem ser classificados como maldosos, posto que agem com aval Superior.



    (Marcos Nunes Filho – 13-5-2019)

    domingo, 12 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 114


          Tio Sam e os ETs – 2 de 2

          Ora, se os povos da Terra soubessem que seres SUPERIORES começavam a rondar a Terra, ameaçando a “estabilidade” de todos os nossos sistemas PRIMITIVOS, estes correriam, a médio e longo prazo, um sério risco de ruptura. Tal choque cósmico de cultura teria de ser evitado a todo custo. Os poderosos de Washington tomaram, a seguir, duas atitudes. 1ª) Transformaram em Segredo de Estado todas as informações sobre os tripulantes dos discos voadores. 2ª) Incentivaram indiretamente a sua demonização, o que foi feito de modo magistral principalmente pela indústria cinematográfica de Hollywood. Tal tática “defensiva” foi adotada por todas as outras Nações. Esta é a verdadeira razão da extrema reserva dos governos mundiais para com os extraterrestres. E assim continua até hoje, mais de setenta anos após o primeiro encontro do piloto Kenneth Arnold (24-6-1947) com os OVNIs.



    (Marcos Nunes Filho – 12-5-2019)

    sábado, 11 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 113


          Tio Sam e os ETs – 1 de 2

          Na década de 40, quando o exército norte-americano se deparou com aparições alienígenas, especialmente em Roswell, (8-7-1947), de forma sigilosa chegou a algumas conclusões a respeito do inusitado fenômeno. Primeiramente constatou, como é óbvio, a imensa superioridade tecnológica dos “visitantes”. Em segundo lugar, percebeu que os extraterrenos não nutriam intenções agressivas em relação a nós, mesmo dispondo de uma inegável hegemonia “militar”, haja visto o avanço de suas naves. E como se tratava de seres “pacíficos”, os analistas do Pentágono inferiram que sua civilização era grandemente SUPERIOR em termos éticos e morais, se comparada à sociedade terráquea. Então, alguém em Washington teve um “estalo” e anteviu o “perigo.



    (Marcos Nunes Filho – 11-5-2019)

    sexta-feira, 10 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 112


          Exílio Cósmico – 2 de 2

          Habitamos neste orbe há muitos milênios, como se fôssemos prisioneiros encarcerados. E estamos vivendo atualmente mais uma destas fases de mudanças de patamar vibratório. Acontecerá – já está ocorrendo – uma separação entre o joio e o trigo, isto é, entre aqueles que se alforriaram espiritualmente e os que continuam escravizados à matéria. Portanto, somos todos CRIMINOSOS GALÁCTICOS CUMPRINDO PENA NA TERRA. Muitos estão adquirindo a sua liberdade após centenas de encarnações corretivas. Outros tantos ainda insistem em prosseguir na senda dos erros. Mesmo considerando aqueles que superaram sua natureza negativa, todos ainda podem ser considerados PRIMITIVOS, se comparados a civilizações extraterrestres avançadas. No fundo, nada mais somos do que uma horda de DELINQUENTES e um bando de IGNORANTES.




    (Marcos Nunes Filho – 10-5-2019)

    quinta-feira, 9 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 111


          Exílio Cósmico – 1 de 2

          Quando uma humanidade planetária inferior é alçada a uma categoria superior de evolução espiritual, realiza um “expurgo” de seus componentes que não se afinam com a nova tônica vibratória, os quais são transferidos a novo planeta, onde poderão continuar o seu processo evolucionário num ambiente apropriado a suas idiossincrasias ainda primitivas. Isto é uma lei geral em mundos habitados por seres humanos em estágio de desenvolvimento primário. A Terra recebeu, segundo fontes espiritualistas tradicionais, uma legião destes seres, oriundos da constelação de Capela e outras paragens estelares. Praticamente toda a população terrestre, encarnada e desencarnada, é originária destes exílios corretivos. A nossa verdadeira história é desconhecida, sua origem remontando a bem antes da existência da Atlântida.



    (Marcos Nunes Filho – 9-5-2019)

    quarta-feira, 8 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 110


          Não satisfeitos com o primeiro, os magnatas do cinema lançaram uma refilmagem do “Independence Day”, de 1996. Chama-se “Independence Day: o Ressurgimento”. Desta vez os famigerados ETs voltam a atacar a Terra com fúria redobrada. Nesta escandalosa inversão de valores, os extraterrestres são apresentados como MALIGNOS e nós somos os BONZINHOS. Trata-se apenas de um filme, uma obra de ficção, alguns poderão argumentar. Mas não é somente isto. Milhões de pessoas irão assisti-lo sem questionar, sem ter uma noção mais profunda da realidade, e sairão dos cinemas com a ideia SUBCONSCIENTE de que os alienígenas não valem nada e de que nós é que somos os maiorais. Quando soar a hora do contato coletivo com tais seres, de forma natural ou numa emergência, muita gente terá bastante dificuldade para aceitar estes nossos Irmãos do Espaço, descobrindo, escandalizados, que os mesmos NÃO SÃO OS MONSTROS que achavam que eram. Na verdade, pouquíssimos se sentirão à vontade em sua presença. QUEM VIVER, VERÁ!...



    (Marcos Nunes Filho – 8-5-2019)

    terça-feira, 7 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 109


          O máximo que o Plano Divino e os Seres Extraterrestres conseguiram, em suas ações macro-corretivas na Terra, foi evitar a Terceira Guerra Mundial. Só isso. E olha que é uma façanha, considerando a altíssima periculosidade dos terráqueos. Foi a única intervenção ocorrida à revelia de nosso livre arbítrio. E quanto ao resto? Está a nosso cargo, é nossa responsabilidade. Nós é que temos a obrigação de nos salvar. Mas o sistema vigente é tão NEGRO, tão MALIGNO, tão AVESSO À LUZ, que conseguiu OBNUBILAR as consciências de quase todos os terrestres, criando verdadeiros sonâmbulos, escravos domesticados, autômatos sem alma, servos do Capital. Quando acordarão?!... Quando se libertarão?!... Quando deixarão de ser mecânicos?!... Quando se revoltarão?!...



    (Marcos Nunes Filho – 7-5-2019)

    segunda-feira, 6 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 108


          “...se um número suficiente de pessoas, um estádio cheio, por exemplo, se concentrasse num único objetivo, tal como incendiar uma árvore numa floresta, a árvore inflamar-se-ia espontaneamente.” Esta frase se encontra no romance “O Sol é Para Todos”, de Harper Lee, Círculo do Livro S.A., São Paulo, página 238. Eu a achei extraordinária!... Fala do poder paranormal da multidão, algo hoje timidamente explorado por certas correntes espiritualistas, visando a elevação do nível vibratório da humanidade, com mentalizações sincronizadas no tempo e envolvendo determinado número de pessoas. Isso é revolucionário!... Alguém já pensou em fazer um experimento deste naipe com um propósito construtivo? Não precisa de tanta gente. A grande tragédia é que não temos Lideranças Espiritualmente Evoluídas, para gerá-lo, posto que é o PODER DAS TREVAS que MANDA neste nosso mundo. Os alienígenas devem ficar abismados ao ver o elevado grau de nossa CEGUEIRA e de nossa IMPOTÊNCIA!...



    (Marcos Nunes Filho – 6-5-2019)

    domingo, 5 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 107


          Até alguns anos atrás se cogitava da possibilidade da Hierarquia Divina do planeta autorizar os seres extraterrestres a que simplesmente destruíssem toda a civilização humana terráquea de superfície, constatada a sua irremediável incapacidade para operar uma transformação estrutural na sociedade. É fato inconteste, nos dias de hoje, que perdemos a VEIA REVOLUCIONÁRIA. Estamos aprisionados - por poderosas e indissolúveis correntes - ao STATUS QUO. Acalentei por muito tempo este desejo. Era tudo o que eu queria ver... como na cena final do filme “Zabriskie Point”, quando a mansão explode e vai pelos ares... pedaços de cadeiras voando em câmara lenta... O Plano Divino nos deu todas as chances: NÓS AS RENEGAMOS. As oportunidades de AMOR foram desprezadas. NÓS OPTAMOS PELAS TREVAS. Mesmo assim, acredito que esta “solução final” - do tipo do cult de Michelangelo Antonioni, de 1970 - foi descartada. Há alternativas menos radicais. 



    (Marcos Nunes Filho – 5-5-2019)

    sábado, 4 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 106


          Nosso DNA é 99% idêntico ao dos chimpanzés, e este 1% de diferença nos permitiu construir o telescópio Hubble. Mesmo assim continuamos sendo geneticamente MACACOS. Os humanos terrestres são produto de uma manipulação genética de inteligências alienígenas, as quais adaptaram os símios para poderem abrigar as almas de legiões de exilados cósmicos, ou seja, nós mesmos. Os ETs não-humanoides possuem corpos essencialmente HUMANOS, de forma alguma com ascendência biológica simiesca. Esta manipulação se deu porque era a única opção de encarnação na Terra para todos nós, muitas e muitas eras passadas. Tal teoria de vanguarda é exposta por grandes ufólogos, em especial pelo Luiz Gonzaga Scortecci de Paula. É um assunto extremamente complexo, sobre o qual me debruçarei mais longamente no futuro.



    (Marcos Nunes Filho – 4-5-2019)

    sexta-feira, 3 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 105


          No excelente livro “A Cabana”, de William P. Young, há esta citação do autor de “As Crônicas de Nárnia”, C. S. Lewis: “Rezemos para que a raça humana jamais escape da Terra para espalhar sua iniquidade em outros lugares”. Em praticamente todos os livros e filmes de ficção científica em que a ação se passa no futuro, apenas a tecnologia apresenta-se avançada: os humanos terráqueos continuam manifestando psiquicamente as mesmas selvagens idiossincrasias hodiernas. Sem evolução interior, as “iniquidades” citadas pelo escritor irlandês serão sempre as mesmas, seja onde for que estejamos, aqui ou alhures.



    (Marcos Nunes Filho – 3-5-2019)

    quinta-feira, 2 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 104


          Clarimundo e o Siriano – 10 de 10

          “Foi depois de muito observar e meditar que eu cheguei à conclusão de que um observador colocado num ângulo especial poderá ter uma visão diferente e nova do Mundo.
          Daí a ideia de escrever este opúsculo. Nele ciência e fantasia se combinam. Imagine-se um ser dotado da faculdade de raciocínio postado em Sírio e de lá olhando a Terra com um telescópio poderoso... Que visões terá ele do nosso planeta? Está claro que não poderia ver as criaturas e as coisas da vida como nós, pobres terrenos, as vemos.
          Pois eu te vou contar, leitor amigo, o que o meu observador de Sírio viu na Terra.’ ”
          (“Caminhos Cruzados”, Érico Veríssimo, Página 299.)



    (Marcos Nunes Filho – 2-5-2019)

    quarta-feira, 1 de maio de 2019

    Os Aliens e Nós - Parte 103


          Clarimundo e o Siriano – 9 de 10

          “Tira da gaveta um maço de papéis. Bota uma pena nova na caneta e resolve começar o famoso prefácio de ‘O Observador de Sírio’.” (“Caminhos Cruzados”, Érico Veríssimo, Página 298.)



    (Marcos Nunes Filho – 1º-5-2019)