Marte e o Espiritismo – 4 de 5
Na época em que foi escrito – início da
década de 50 – estava muito em voga textos e notícias sobre marcianos e discos
voadores. Acontece que este médium não escrevia mecanicamente, mas por
inspiração. O que Hercílio Maes fez foi uma obra de ficção científica,
disfarçada em espiritismo. Já li a edição original e ele faz referências à
“avançada civilização marciana” como estando situada no plano físico, e não no
etérico. Ou, então, talvez Ramatis tenha se referido a outro planeta que não
Marte, mas o Hercílio – para fazer mais sucesso – preferiu situá-lo nas plagas
marcianas dos “homenzinhos verdes”.
(Marcos Nunes Filho – 22-2-2021)

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