A Sexta Revelação - 4 de 6
Tive uma comprovação disso ao participar
de uma palestra do Movimento Gnóstico Cristão Universal, no dia 31-3-1999,
sobre “Os Destinos da Humanidade no Terceiro Milênio”. O palestrante não disse
nada a respeito do que está por vir. Enfatizou somente a necessidade de cada
indivíduo se autotransformar internamente, para que assim a humanidade, que é o
conjunto de todos os indivíduos, tenha um futuro melhor. Corretíssimo. Isto é o
mais importante. Entretanto, NÃO É SÓ ISTO. É preciso dizer o que pode vir a
acontecer, se o homem não se corrigir. É preciso alertar, informar, avisar,
recorrendo às profecias antigas e modernas, ao “Apocalipse”, a Nostradamus, a
Ramatís, à Ufologia Mística. Na palestra, o único ponto abordado foi a
possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial, além da devastação ecológica. O
sujeito, no início, saiu-se com esta: “não estamos aqui para fazer profecias”.
Ora bolas, com este sofisma ele quis apenas se livrar do assunto. Chega a dar
uma conotação negativa à palavra “profecia”. Nós, a plateia, (eu, pelo menos),
não exigíamos dele dons proféticos, mas desejávamos apenas que discorresse
sobre o que é mais do que provável que aconteça. E não saiu nada. Entretanto, o
principal fato ocorrido foi que, finda a fala do palestrante, e dada aos
presentes a oportunidade de fazerem perguntas, não houve um questionamento
sequer a respeito dos fatos futuros, demonstrando, desta forma, desinformação e
desinteresse das pessoas a respeito de tão graves acontecimentos.
(Marcos
Nunes Filho – 10-4-2019)

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