Contato
com as Plêiades – 6 de 32
Ao sentar-se
em uma cadeira, na mesa da cozinha da casa desta contatada, o meu amigo tomou
de um papel e começou a escrever aqueles caracteres enigmáticos, que ele não
sabia ler e nem entender, até encher uma folha. A Vanda, então, passou a traduzir
aquilo, que se transformou em uma mensagem inteligível, decifrando o mistério
que o inquietara por tanto tempo. Em prantos, ele comentou que muitos anos de
buscas terminavam ali e que tudo se esclarecia. Em seguida, ela o convidou a
participar do seu trabalho ufológico, que constava de uma determinada “ritualística”.
Mas não lhe falou em que realmente consistia a obra: isto foi comunicado nas visitas
posteriores que ele lhe fez. O objetivo da ida da Vanda à cidade foi encontrar
uma pessoa em especial, pessoa esta que se revelou ser o meu amigo, sendo eu o
elemento de ligação entre os dois.
(Marcos
Nunes Filho – 11-11-2019)

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