Custo Zero – 6 de 10
(Texto escrito em 2-8-2012.)
Como são seres evoluídos psíquica e
espiritualmente, ninguém fica na ociosidade e não existe a necessidade de se
possuir mais bens que os outros. Exemplo: um operário de fábrica produz os
objetos consumidos gratuitamente por um artista, mas aprecia a sua obra
igualmente de graça. Este é o sentido de uma sociedade COLETIVISTA. É mais ou
menos como funciona por aqui uma aldeia indígena. É claro que isto requer
indivíduos com alto senso de maturidade e grande potencial de amor. Aliás, eu
não creio que, no fundo, tal sistema seja assim tão utópico como parece sob o
nosso prisma terrestre. Acredito que é uma forma de organização comum e
racional, até mesmo banal. Não é esta a maneira mais simples, justa, lógica e
humana de constituir uma sociedade?!... É claro que sim. Parece elevado apenas se
considerado de nossa perspectiva terráquea.
(Marcos
Nunes Filho – 1º-11-2019)

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