“- (...) Senhores, eu estive com o
Enviado, examinei a nave que cruzou o espaço e sei que ele é, verdadeiramente,
o mensageiro de algo fora desta terra. Quanto à honestidade da sua mensagem e à
verdade das descrições deste além, não há como comprovar; pode-se julgar,
apenas, como se julga a um homem. Se ele fosse um dos nossos, eu diria que ele
é um homem decente. Mas isto vocês poderão avaliar pessoalmente, talvez.
Entretanto, uma coisa é certa: na sua presença, as linhas que marcamos na terra
não são limites nem defesa.”
(“A Mão Esquerda da Escuridão”, Ursula K.
Le Guin, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1979, Página 74.)
(Marcos
Nunes Filho – 25-9-2019)

Nenhum comentário:
Postar um comentário