Homem-Macaco – 24 de 50
Note bem. Li certa vez sobre um
historiador ou antropólogo, (não me recordo quem é, faz muito tempo), que se
empenhou rigorosamente em descrever uma determinada realidade social com O
MÁXIMO DE OBJETIVIDADE POSSÍVEL, policiando-se para impedir a participação
subjetiva do seu ego. Chegou à conclusão de que é uma tarefa dificílima. Em
pesquisas laboratoriais ou de campo, sujeito e objeto se confundem. Mas, tal
coisa se restringe ao meio científico, e não tenho que me meter.
(Marcos
Nunes Filho – 24-2-2020)

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