Contato com as Plêiades – 29 de 32
“Transportando o feto híbrido após o primeiro
trimestre (ou ligeiramente dentro do segundo trimestre em raros casos) isto
anularia o equilíbrio hormonal da mulher. O tecido muscular subitamente se deterioraria,
como também a estrutura óssea e certos elementos vitais dentro da sua medula
óssea. O desenvolvimento do feto agiria como um câncer dentro do seu corpo, e
subitamente dizimaria a sua integridade celular. O feto híbrido é rijo, e o corpo
humano desta anfitriã é muito mais frágil, logo a continuação de uma gravidez envolvendo
o feto híbrido feneceria a vida materna. E muito cuidado é tomado durante as abduções
de acordos anímicos para proteger o feto e a mãe.”
(Marcos
Nunes Filho – 4-12-2019)

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